10 coisas que um Design Thinker não deve fazer

Estou facilitando workshops e cocriação desde 2017, iniciei minha jornada como um dos voluntários de aprendizado no time do Garage Criativa, isso me trouxe experiência e segurança para rodar em clientes, projetos com desafios muito interessantes.



Design Thinking tem sido umas das minhas paixões, consigo perceber o poder transformador quando conectamos pessoas em busca de soluções inovadoras. Isso traz um grande desafio para um Design Thinker, o profissional facilitador, está atento para que o produto final seja Wow.


Quero compartilhar 10 pontos que você que inicia como facilitador evitar:


1. Não estar atento ao que o cliente quer


A empatia é um dos pilares do Design Thinking. Se você não tem empatia pelo cliente, então dificilmente conseguirá criar um produto ou a solução de que ele precisa. O Design Thinker não pode ter apenas ideias criativas, mas sim ideias criativas que atendam a uma necessidade real.


2. Ter medo de errar


Não importa quão talentoso, criativo ou inteligente você seja. Mais cedo ou mais tarde, você vai errar. É impossível criar novas ideias e serviços sem passar pelo clássico processo de acerto e erro. Portanto, erre e aprenda com o erro. Não se trata de errar rápido e sim ter o aprendizado validado que direciona para uma solução inovadora.


3. Não testar as próprias ideias.


O item 3 está intimamente ligado ao item anterior. Só há um jeito de saber se a solução proposta dará certo: testando-a. Produtos e serviços novos, ou mesmo soluções novas, devem ser testadas em um ambiente controlado.


4. Esquecer o plano de negócios


Você estava dormindo e, durante o sonho, teve uma ideia incrível que o cliente vai adorar. Ótimo! Isso não significa, entretanto, que essa seja uma ideia útil. Há uma diferença entre “ter boas ideias” e “ter boas ideias aplicáveis ao plano de negócios”. Apenas a última deve ser levada em consideração. Não adianta atender o desejo do cliente, ter uma ideia viável tecnicamente e o modelo de negócios não se sustentar.


5. Odiar o Excel


Pessoas criativas costumam odiar tabelas e planilhas. Infelizmente trago uma má notícia: planilhas são essenciais para o trabalho do design thinker. São elas que trazem as métricas e análises necessárias para que sua ideia se transforme em uma ação de sucesso.


6. Entrar em modo automático


Se você já é um profissional experiente, é bem possível que esteja usando as mesmas soluções para problemas diferentes. Grande erro. Cada problema é único e exige, dessa forma, uma solução diferenciada e personalizada.


7. Ter medo de mudança


Empresas que têm medo de mudar estão fadadas a desaparecer. O mesmo acontece com Design Thinkers. A adaptação – e até mesmo o desejo – de mudar e se readaptar estão no DNA desse profissional.


8. Esperar por grandes investimentos


É claro que ter dinheiro é importante para fazer um negócio crescer. Entretanto, tenha em mente que o pontapé inicial exige mais criatividade e trabalho duro do que dinheiro. O mundo está cheio de grandes empresas que começaram na garagem de casa.


9. Achar que já sabe de tudo


Você compreende a necessidade do cliente, já definiu qual é o problema e já teve as ideias. Você já sabe de tudo, certo? Errado. Sempre há algo que pode ser melhorado. O Design Thinker não deve, jamais, estar satisfeito com o que sabe. Exercita e promove a colaboração para potencializar as ideias e soluções.



10. Achar que Design Thinking serve apenas para grandes empresas


O termo é bonito e vistoso: “Design Thinking”. Parece algo que custa milhões de dólares. Mas não é. O Design Thinker não depende de dinheiro para ser implementado, mas sim de informação. E é por isso que ele é ideal para qualquer tamanho de empresa.


Se você tem o desejo de se tornar um Design Thinker, um facilitador de aprendizado, clique aqui e se inscreva em um de nossos treinamentos.


Até o próximo artigo !


Angelo Rossi.

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